Teoria da Diversão

O que um jogo ou uma história precisa para ser divertida? De acordo com o dicionário,  divertir significa causar ou sentir alegria ou bom humor. Por consequência, diversão é o ato ou efeito de se divertir.

A Theory of Fun do Game Design

De acordo com o livro Teoria da Diversão para Game Design, de Raph Koster, a real diversão está em aprender algo novo em um ambiente seguro e com poucos riscos. Esse é o conceito de “edutretenimento”. Uma informação interessante sobre esse livro é que ele foi lançado pela editora O´Reilly, de Tim O´Reilly, o pesquisador que popularizou o termo Web 2.0.

Por exemplo, a primeira vez que você executa tarefas corriqueiras, como preencher formulários ou varrendo a casa, essa experiência possui um nível de diversão e satisfação. A frequente repetição da atividade sem novos desafios é o que torna a atividade entediante.

Raph afirma isso porque, segundo ele, a diversão não é uma exclusividade da vida humana. Filhotes de animais, por exemplo, se divertem brincando com outros filhotes utilizando sua própria força e agilidade, buscando aprender e dominar os movimentos em um ambiente seguro, para que depois possam usar essas habilidades na sua vida adulta.

Um bom jogo só fica entediante depois que você já fez tudo que tinha pra fazer. Quando você cansa ou desiste antes de explorar tudo o que podia, é porque o Game Designer não fez um trabalho perfeito. Você já não tem mais o que aprender. A Teoria da Diversão consiste em brincar de aprender, baseado no pensamento de Raph Koster.

Um bom exemplo de aplicação da Teria da Diversão no dia a dia é o Bottle Bank Arcade. Na Suécia, uma espécie de lixeiro para coleta seletiva de garrafas de plástico costumava receber poucos depósitos. Até que ela foi transformada em um jogo. Assista ao vídeo e divirta-se:

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